Apresenta-se a lista-padrão atualizada das espécies de mamíferos de Espanha, que inclui o território peninsular, os arquipélagos balear e canário, os enclaves espanhóis no norte de África e as demarcações marítimas. Consideram-se na lista: 1) as espécies silvestres que se reproduzem ou que incluem regularmente no seu ciclo vital o território espanhol; 2) as espécies que, cumprindo o critério anterior, se encontram atualmente extintas, mas das quais existem referências fiáveis da sua presença após o ano 1500 e.c.; e 3) as espécies de presença ocasional que chegam de forma natural. Consideram-se excluídas da presente lista: 1) as espécies domésticas, incluindo aquelas que apresentam populações assilvestradas; 2) as espécies que apenas possuem populações reprodutoras em cativeiro; e 3) as espécies introduzidas ou escapadas sem populações reprodutoras silvestres na atualidade.
Considerações sobre a nomenclatura zoológica
Para resolver dúvidas, recomenda-se consultar os artigos e recomendações do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica (CINZ). Convém ter em conta os seguintes esclarecimentos ao citar o nome científico de uma espécie:
* Os nomes científicos das espécies são binomiais e constam de um termo genérico e de um termo específico.
* As únicas categorias que devem ser escritas em itálico ou sublinhadas são o Género e a Espécie.
* O autor de um táxon, quando citado, deve vir após o nome científico sem separação por vírgula. Deve incluir-se uma vírgula entre o nome do autor e o ano da descrição. A existência de parênteses envolvendo o autor e o ano de descrição é obrigatória quando a descrição original do táxon foi feita dentro de um género diferente do atualmente aceite. Nos restantes casos, nunca se devem usar parênteses.


